Escolhendo o nome: O Dilema

Se tem uma coisa que nos levou a loucura durante os primeiros 6 meses da gravidez foi o nome do Cub. Na verdade, isso já me levava a loucura internamente há quase uma década, mas na tentativa de parecer uma pessoa normal, a loucura era contida na minha cabeça…

Ao longo da minha vida (sim, porque eu penso em nomes há muito tempo…alguns diriam que tenho uma leve obsessão por nomes…), já pensei em algumas condições (ou seriam restrições?!) em termos de nomes, algumas que não são nada óbvias nem triviais.

A primeira coisa que me incomoda é nomes que são super populares. Já fiz um post mais ou menos sobre isso aqui. Tem uns nomes que acho lindos, tipo Sofia (#1 no Brasil e #3 nos EUA), Isabela (#5 nos EUA), Alice (#2 no Brasil), Noah (#2 nos EUA), e Lucas (#8 nos EUA e Brasil). Vários desses nomes são lindíssimos, mas fico imaginando a criança estudando com uns 5 amiguinhos que tem o mesmo nome… aí implico…

Ou seja, nomes que pertencem aos top 15 mais populares foram devidamente eliminados (o que parte meu coração, pois juro pra vocês que, se Sophia ou Isabella não fossem tão populares assim, com certeza estariam na minha listinha…ADORO que Sophia = Sabedoria e morro de inveja das Isabellas, pois elas têm uma música maravilhosa escrita só para elas por Tom Jobim).

Já a segunda coisa, é meio maluquice minha…vou explicar:

Sabe aquela coisa de menina adolescente, que quando arruma um namoradinho, começa a escrever o nome “completo” (vulgo: de casada) no caderno com coraçõezinhos?!

Pois é…nunca fui de fazer isso, porque meu nome não mudaria por nada. Porém, ficava pensando em nomes para futuros babies que combinassem com o namoradinho…(Eu com certeza não bato bem de bola…)

Aqui dois exemplos da maluquice:

Durante algum tempo, namorei um Bruno. Vocês sabiam que “Bruno” significa marrom/escuro? E que “Helen” significa luz? Ou seja, escuro e luz!!! Nem se tivéssemos combinado seria melhor, né? Aí, obviamente, os nomes dos futuros filhos TINHAM que ter esse significado. As escolhas SÓ poderiam ser: Lucas (luz), Clara (não preciso explicar, né?!), Melanie (escuro), etc…

Depois namorei um Jeffrey: Aí pensei, se tivermos um filho, o nome só pode começar com I. (E se rolasse um segundinho, teria que ser um nome com K). Para virarmos a família HIJ (ou HIJK). Louca, né?! (Vale mencionar que essa idéia não é originalmente minha…tenho duas amigas, Beatriz e Carolina, cujos pais são Armando e Deise. Ou seja, a família ABCD! Acho tão bonitinho!)

Bem, visto que, há sete anos, estou com um “Thiago,” e esse nome pode ser escrito com ou sem “h,” mas o do “meu” é com “h,” (assim como o meu “Helen” é com “h”), então a loucura da vez foi pensar em nomes que têm a letra “h” (eu nunca disse que era uma pessoa sensata e lógica, tá?!)

Ou seja, nomes para o Cub precisariam incluir a letra “h” (não importa se no meio do nome, no início, tanto faz), assim satisfazendo minha insanidade.

Depois dessas, as outras “restrições” são mais normais (e consistentes…). Para esse post não ficar de tamanho bíblico, resolvi separar os posts, um para cada restrição (porque eu sou chata, detalhista e exigente…) Ou seja, a novela não acabou…é só passar por aqui amanhã no mesmo bat-horário para saber o resto 😉

Resumindo:
1) ter a letra “h”
2) não ser um nome popular


2 comentários sobre “Escolhendo o nome: O Dilema

  1. Minha filha se chama “TAÍS”… mas pode ser THAÍS, fica a inspiração, caso goste 😉

    Gosto muito de Henrique e Helena 🙂 Eu sei que o H está no começo, mas tmb vale, né?!

    Beijos e divirta-se com a escolha!

    Curtir

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